Ah, joão, às vezes temos de engolir sapos e vomitar dragões!Quantos anfíbios engolimos ao secar de luas e sóis.
Ingestão essa involuntária. Poderá causar desconforto pela mutação nervosa dentro do estômago. Claro, o bicho fica nervoso, não sabe onde está e por que céus está.
O indivíduo, merecedor, inocente ou não, saberá ou não.
Depois dos gritos/gemidos abafado pelos tubos quentes de carne. Depois dos trambolhões pelas paredes do estômago, o sapo recompõe-se e tenta perceber que Diabo dos Pântanos o pôs lá. Húmido, sim!, mas... quente... com cheiro peculiar.
E aguarda um momento até começar a protestar porque quer sair, não se sente seguro daquele sítio apagado, com luzes embaciadas da cor da carne. Bolhas incutidas nas paredes do estômago, acendendo, dilatando com as pulsações estranhas.
Um novo mundo... mundo. Mundo, mundo. Relance à direita, relance à esquerda, mundo, mundo, mundo...!
Sapo sem desinfecção, é um bocado... Tendo em conta o seu ambiente pantanoso e os pântanos serem perigosos a nível de bactéria. O sapo pensará da mesma forma, COMO É QUE ESTA CRIATURA, criatura...
Eu não quero ficar aqui por muito mais tempo, os meus primos e irmãos vão ficar aflitos. Abre mais os olhos e fixa uma quarta parede, E OS MEUS FILHOS. Mas
O sapo estica a pele do pescoço gordo... e vê o céu.
Senta-se.
Sonha.
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